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Em fevereiro deste ano, US$ 2 trilhões evaporaram do setor de software global em menos de 30 dias — sem recessão, sem escândalo, sem guerra. Bastou a demonstração de que agentes de IA conseguiam fazer o trabalho para o qual o mundo pagava assinatura mensal. Hoje, enquanto o Banco Central publica a ata que pode decretar o fim do ciclo de cortes da Selic e o Brasil leva sua disputa comercial com Trump ao G20 em Milwaukee, a pressão sobre quem toma decisões de negócio não diminuiu — ela apenas encontrou novos ângulos.
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⚡ QUICK TAKES
Stat: Nvidia: de US$ 7 bi para US$ 99 bi em investimentos de IA em apenas 12 meses.
Para ler: O M&A Deals Report 2026 da Questum revela como a IA mudou o critério de compra no tech brasileiro.
Abre aspas: "Não quero entrar numa guerra tarifária com os EUA ou com qualquer outro país." — Lula, Nova York, 21/09 [tradução livre]
Você sabia: Só 23 de 975 startups de IA brasileiras captaram mais de US$ 10 milhões — e apenas 16 têm Growth Score acima de 60.
Curiosidade: Data centers crescem 15% ao ano no mundo — ritmo que pode não bastar para suprir a demanda da IA.
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NA EDIÇÃO DE HOJE
📉 Selic a 13,75%: a ata do Copom chega com a grande questão ainda em aberto
⚖️ Milwaukee vai decidir: Brasil e EUA levam disputa tarifária ao G20
🤖 SaaSpocalipse: como agentes de IA destruíram US$ 2 trilhões e o que vem depois
🏗️ Sabesp absorve EMAE e mostra como funciona a privatização que gera resultado
💰 M&A global bate US$ 3,2 trilhões — e infraestrutura de IA supera software como alvo
🌱 O funil da IA: US$ 510 bilhões globais, mas só 23 startups brasileiras passaram do crivo
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ECONOMIA
A ata que o mercado leu nas entrelinhas
O que aconteceu:
O Banco Central divulgou nesta terça (22) a ata da reunião do Copom realizada em 15 e 16 de setembro, quando a taxa Selic foi reduzida de 14% para 13,75% ao ano — o quinto corte consecutivo de 0,25 ponto percentual desde março de 2026. A decisão foi unânime, e a expectativa era praticamente unânime: 97% do mercado projetava exatamente esse movimento antes do encontro. O corte ocorreu num contexto de desaceleração da atividade econômica, queda da inflação corrente — o IPCA recuou para 4,22% em agosto, ainda acima da meta de 3% — e redução no ritmo de criação de empregos. O IBC-Br, indicador que antecipa o PIB, registrou recuo de 0,2% em julho, a segunda queda consecutiva.
Por que isso importa:
A decisão em si não era dúvida. O que o mercado esperava era outra coisa: uma sinalização sobre o que vem depois. A ata chegou cautelosa. O Copom descreveu o balanço de riscos como tendo "assimetria altista" — ou seja, enxerga mais chance de a inflação subir do que cair. O petróleo acima de US$ 100 por barril, o El Niño classificado como potencialmente superforte e expectativas de inflação desancoradas são os principais vetores de preocupação citados no documento. O próprio Banco Central projeta IPCA de 5,2% para 2026, bem acima da meta de 3%. Para além dos números, há uma leitura política relevante: a próxima reunião do Copom acontece em 4 de novembro, já com o resultado das eleições presidenciais definido. Analistas da Supernova Investimentos avaliaram que o BC "comprou tempo e flexibilidade" ao evitar qualquer sinalização explícita antes das urnas.
Quem ganha e quem perde:
Setores intensivos em capital — construção civil, agronegócio, indústria — ganham gradualmente, mas o efeito pleno de uma mudança na Selic sobre o crédito pode levar até 18 meses para se materializar nos contratos em vigor. Quem tem aplicações pós-fixadas atreladas ao CDI vê o rendimento nominal cair — embora o patamar ainda seja elevado. O Tesouro Nacional, maior devedor em Selic da economia, alivia sua conta de juros a cada corte.
Próximos passos:
O mercado está dividido entre dois cenários para o encerramento do ano. Santander, C6 Bank, BV e Suno Research apostam em parada imediata — Selic fechando 2026 em 13,75%. A XP projeta mais um corte em novembro, chegando a 13,25%. O Boletim Focus desta semana já mostra um número que começa a aparecer: a projeção de Selic em 13,50% ao fim de 2026, puxada por respondentes recentes que enxergam atividade mais fraca. Os dados de inflação e atividade econômica das próximas semanas serão decisivos para esse cenário — e para quem, afinal, acertou a aposta.
REGULAÇÃO
O relógio de Milwaukee e o tarifaço que não vai embora
O que aconteceu:
Com tarifas de até 37,5% sobre produtos brasileiros em vigor, Brasil e Estados Unidos chegam à semana mais decisiva de suas negociações comerciais. Os ministros Márcio Elias Rosa (Desenvolvimento) e Mauro Vieira (Relações Exteriores) viajam aos EUA para o G20 nos dias 30 de setembro e 1º de outubro, em Milwaukee, onde terão reunião bilateral com o representante comercial americano Jamieson Greer — o primeiro encontro presencial desde a retomada das conversas em agosto. Nesta terça (22), discursando na Assembleia Geral da ONU em Nova York, o presidente Lula afirmou que não aplicará a Lei de Reciprocidade Econômica enquanto houver negociação em curso, mas deixou claro: se as conversas fracassarem, o Brasil vai agir.
Por que isso importa:
O histórico dessas negociações revela o tamanho do fosso. Os EUA impuseram tarifa de 50% sobre produtos brasileiros em julho de 2025, com justificativas que incluíam o Pix — acusado de prejudicar empresas financeiras americanas — além de políticas ambientais e questões de propriedade intelectual. Parte das taxas foi revertida após reunião na Casa Branca em maio de 2026, mas um novo pacote de sobretaxas de 25% foi anunciado em junho. O problema estrutural é que parte das exigências americanas ultrapassa tarifas convencionais e entra em território regulatório — onde o Brasil não aceita negociar. Os EUA chegaram a sondar um acordo nos moldes do firmado com a Argentina de Milei, visto como inaceitável pelo lado brasileiro por ser amplamente favorável a Washington e conflituoso com regras do Mercosul.
Quem ganha e quem perde:
Exportadores brasileiros de aço, etanol e produtos agrícolas estão na linha de fogo. A Argentina, que fechou acordo mais amplo com Washington, ganha vantagem competitiva nesse intervalo. Empresas americanas que dependem de insumos brasileiros — como papel, celulose e proteína animal — também arcam com custos extras. O Brasil ofereceu redução de alíquotas em cerca de 300 produtos; os americanos consideraram insuficiente e pediram abertura em química, autopeças e eletroeletrônicos.
Próximos passos:
Milwaukee é a última janela relevante antes das eleições presidenciais brasileiras em outubro. O ministro Elias Rosa já reconheceu que "ainda não existe um esboço de acordo". Se as negociações não avançarem, o governo terá de decidir entre acionar a Lei de Reciprocidade — com risco de escalada — ou conviver com tarifas permanentes que já custam caro aos setores exportadores brasileiros.
IA NOS NEGÓCIOS
Quando o software deixou de ser suficiente
O que aconteceu:
Em 3 de fevereiro de 2026, cerca de US$ 285 bilhões em valor de mercado evaporaram de grandes empresas de software em menos de 48 horas. O gatilho foi a demonstração de agentes de IA autônomos — sistemas capazes de executar fluxos de trabalho corporativos completos de ponta a ponta, sem precisar de dezenas de licenças de software por assinatura. Atlassian perdeu 35%, Salesforce 28%, Workday 33%. No total, o setor de software apagou cerca de US$ 2 trilhões em capitalização nos 30 dias seguintes. O fenômeno foi batizado de SaaSpocalipse. O modelo de cobrança por "assento" — pagar mensalmente por cada usuário que acessa o software — entrou em xeque quando ficou claro que um único agente de IA pode executar o trabalho que antes exigia múltiplas licenças e equipes inteiras.
Por que isso importa:
Não é só crise do mercado financeiro. É uma reprecificação estrutural do que o software vale. A Gartner projeta que 40% das aplicações corporativas terão agentes de IA integrados até o fim de 2026 — contra menos de 5% em 2025. O crescimento do gasto em software baseado em IA foi de 94% ano a ano no primeiro trimestre de 2026, enquanto o software tradicional cresceu apenas 8% no mesmo período. A Goldman Sachs avalia que mais de 60% da economia de software poderá migrar para modelos baseados em agentes até 2030 — não no modelo clássico por usuário. Para empresas brasileiras que usam ou vendem software, a pergunta deixou de ser "quando adotar IA" e passou a ser "qual modelo de negócio sobrevive à transição".
Quem ganha e quem perde:
Empresas com dados proprietários acumulados e IA integrada ao núcleo do produto ganham poder de barganha — tanto para captar investimento quanto para ser adquiridas a prêmio. Software vertical com dado próprio e automação integrada já é o critério número 1 dos compradores em fusões e aquisições no Brasil, segundo a consultoria Questum. Quem perde: provedores de software genérico sem diferenciação real por dados, e equipes que ainda cobram por número de licenças sem entregar resultado mensurável. A participação do modelo por assento na receita total de software caiu de 21% para 15% em apenas 12 meses — com projeção de nova queda de 30% a 50% nos próximos 18 meses.
O padrão:
No Brasil, o mercado de fusões e aquisições em tecnologia registrou 87 transações no primeiro semestre de 2026 — queda de 33% ante 2025. Não por falta de apetite, mas porque a régua subiu: os compradores querem exatamente o que o SaaSpocalipse revelou ser valioso — dados proprietários, automação real e IA aplicada a processos de negócio concretos. Essa dinâmica conecta diretamente à corrida por infraestrutura descrita na próxima matéria.
Próximos passos:
A tendência aponta para modelos híbridos de precificação — uma base fixa mais cobrança por resultado. Empresas de software que não iniciarem essa transição em 2026 terão dificuldade crescente para justificar valuation em qualquer processo de captação ou venda. O prazo já não é mais confortável.
EMPRESAS
Sabesp engole EMAE — e mostra como a privatização funciona quando funciona
O que aconteceu:
Os acionistas da Empresa Metropolitana de Águas e Energia (EMAE) aprovaram, em assembleia extraordinária realizada em 16 de setembro, a incorporação total de suas ações pela Sabesp. Cada ação da EMAE — ordinária ou preferencial — se converte em 1,3195 ação ordinária da Sabesp. Quem votou contra pode pedir retirada até 19 de outubro, com reembolso de R$ 18,18 por ação, calculado pelo patrimônio líquido de 30 de junho de 2026. A operação encerra um processo iniciado em janeiro: a Sabesp anunciou a incorporação, os acionistas da empresa de saneamento aprovaram em julho, e agora os da EMAE deram o sinal verde. A empresa privatizada em 2024 — com 18% do capital nas mãos do Governo de SP e 15% da Equatorial — havia adquirido o controle da geradora de energia em outubro de 2025 por R$ 1,13 bilhão após execução de uma dívida do fundo do empresário Nelson Tanure.
Por que isso importa:
A Sabesp não está apenas arrumando a prateleira societária. Está montando um modelo de infraestrutura integrada que vai além do saneamento: água, esgoto e geração de energia elétrica sob uma única estrutura de governança e controle privado. Em um país que debateu privatizações por décadas sem sempre ver resultado, essa operação entrega evidência concreta de que o modelo funciona — privatiza, capta capital privado, consolida ativos complementares e elimina custos administrativos duplicados. A Equatorial, com 15% da Sabesp, já tem histórico sólido de transformar concessões públicas em empresas eficientes — o que justifica parte do prêmio que investidores pagam por infraestrutura bem gerida no Brasil.
Quem ganha e quem perde:
A Sabesp ganha escala e eficiência sem desembolso relevante de caixa — a troca ocorre por emissão de ações, não em dinheiro. Os acionistas da EMAE que aceitarem a troca ganham exposição a um papel de maior liquidez na B3, que representa 3,6% do Ibovespa. Quem perde são os minoritários que discordaram da relação de troca: uma deles chegou a questionar o valor perante a CVM, argumentando que o reembolso deveria ser o dobro do estabelecido. A autarquia chegou a atrasar a assembleia por 30 dias em julho para exigir informações adicionais — sinal de que o processo não foi isento de tensão.
Próximos passos:
A escrituração das ações passa ao Itaú Corretora em 1º de outubro, encerrando o papel do BTG Pactual nesse serviço. A integração operacional entre os dois negócios começa a partir daí. A administração da EMAE ainda pode convocar nova assembleia caso o volume de pedidos de retirada supere o esperado — o que adicionaria uma camada de risco ao fechamento definitivo da operação.
INVESTIMENTOS
A nova corrida do ouro chama-se infraestrutura de IA — e o Brasil está no mapa
O que aconteceu:
O mercado global de fusões e aquisições somou US$ 3,2 trilhões no primeiro semestre de 2026, segundo relatório do J.P. Morgan. O número impressiona, mas o que mudou de lugar é mais relevante: pela primeira vez, a infraestrutura para inteligência artificial superou o software como alvo preferido dos compradores. Data centers, energia renovável, redes de fibra óptica e minerais críticos tornaram-se os ativos mais disputados. Em 2025, a Aligned Data Centers foi vendida por US$ 40 bilhões — a maior operação da história do setor. A Blackstone adquiriu a plataforma asiática AirTrunk por US$ 16,1 bilhões. Em maio de 2026, a gestora I Squared Capital comprou dez data centers da Cogent nos EUA por US$ 225 milhões e anunciou US$ 1 bilhão adicional para expansão. Na América Latina, o movimento chegou a US$ 70 bilhões no semestre — alta de 40% — com o Brasil concentrando 47% desse volume e 13 transações acima de US$ 1 bilhão.
Por que isso importa:
Na corrida por IA, quem controlar a infraestrutura física — energia, processamento, armazenamento — deterá o recurso escasso que define quem pode crescer. Nos EUA, pela primeira vez na história, o consumo comercial de energia deve superar o residencial em 2026, puxado por data centers. O Bank of America estima que os gastos acumulados em infraestrutura de IA entre 2026 e 2030 ultrapassarão US$ 5 trilhões — com US$ 1,2 trilhão requerendo financiamento externo. A Nvidia, percebendo isso antes de todos, saltou de US$ 7 bilhões para US$ 99 bilhões em investimentos de participação em empresas de IA em apenas 12 meses, comprometendo mais de US$ 40 bilhões só em 2026. A lógica, como aponta a Zaxo M&A Partners, é a da corrida do ouro do século XIX: nem sempre enriqueceu quem procurou ouro, mas quem vendeu as ferramentas.
Quem ganha e quem perde:
Empresas de energia renovável, operadoras de data centers e provedores de telecomunicações estão entre os grandes ganhadores. O Brasil tem vantagem estrutural pouco explorada: sua matriz elétrica majoritariamente renovável reduz custo e impacto ambiental de operar data centers no país — diferencial crescente para atrair capital internacional. Em minerais críticos, matéria-prima para semicondutores e IA, o Brasil também se posiciona como ator relevante. Quem perde: empresas que dependiam de valuation baseado apenas em receita de software sem ativos físicos ou dados proprietários.
O padrão:
O encarecimento da infraestrutura de IA e a desvalorização do SaaS genérico são dois lados da mesma moeda — e ambos aparecem nesta edição. O capital está se movendo da camada de aplicação para a camada física, exatamente no momento em que agentes autônomos tornam dispensáveis as interfaces tradicionais de software.
Próximos passos:
Com o mercado de abertura de capital ainda restrito, fusões e aquisições tornam-se a principal rota de saída para startups e investidores. No Brasil, isso favorece empresas com ativos em minerais críticos, infraestrutura digital e energia — exatamente os setores que capturam capital internacional com mais facilidade no ciclo atual.
STARTUPS
US$ 510 bilhões disponíveis para IA — e o funil brasileiro ficou estreito
O que aconteceu:
O volume global de aportes em startups atingiu US$ 510 bilhões no primeiro semestre de 2026, segundo dados consolidados pela Crunchbase — um recorde histórico. Mais de 70% desse capital foi direcionado para empresas de inteligência artificial, impulsionando fusões, aquisições e aberturas de capital ao redor do mundo. O Brasil lidera a América Latina: concentra 47% do volume de fusões e aquisições da região, tem 25 unicórnios ativos e quase mil empresas mapeadas no setor de IA. Mas há uma tensão relevante entre o que o mundo quer investir e o que o ecossistema brasileiro consegue oferecer: das 975 startups de IA mapeadas no país, apenas 23 romperam a barreira de US$ 10 milhões em captações — e só 16 atingiram um Growth Score acima de 60, métrica que analisa crescimento de time, participação de mercado e histórico de aquisições.
Por que isso importa:
O capital está disponível. O gargalo é de qualidade, não de quantidade. Os investidores passaram a exigir três coisas que muitas startups brasileiras ainda não conseguem demonstrar com clareza: aplicação real de IA — não cosmética —, dados proprietários acumulados e capacidade de escala com governança madura. A seletividade reflete o que aconteceu no mercado global de software: quem convenceu o mercado de que "usava IA" sem fundamentos sólidos ficou de fora quando a avaliação subiu. O mercado de abertura de capital segue fechado — o que significa que fusões e aquisições são a principal janela de saída para fundadores e fundos. Isso favorece startups com receita recorrente, base fiel de clientes e IA integrada ao produto central.
Quem ganha e quem perde:
Startups verticais com dado proprietário e IA aplicada a problemas setoriais concretos — agronegócio, saúde, finanças — têm o perfil que os compradores buscam. Fintechs seguem liderando: empresas como Flash, Celcoin e Stark Bank são candidatas fortes ao status de unicórnio. O Sudeste concentra 71% das operações, com São Paulo detendo 56% do mercado nacional — distorção que dificulta que talentos e capital alcancem outros ecossistemas regionais. Quem perde são startups que adicionaram "IA" ao pitch deck sem mudar a arquitetura do produto.
Próximos passos:
A implementação operacional do Drex e novas regras do Pix criam terreno fértil para startups de finanças embarcadas — o segmento mais aquecido para novas rodadas. A escassez de profissionais qualificados em engenharia de dados e ciência da computação permanece o principal gargalo para escalar no Brasil, e começa a aparecer como critério de due diligence nos fundos mais ativos: quem tem time técnico sólido vale mais, independentemente do estágio.
PARA NÃO FICAR POR FORA
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