Inteligência Executiva

GIRO E PONTO Business

Edição #11  ·  Terça, 11 de agosto de 2026

Bom dia, Executivo.

Inteligência de mercado para decisões melhores — antes das 7h.

A temporada de balanços do segundo trimestre acabou de entregar sua lição mais clara: numa economia com juro real acima de 10%, o que separa empresas que avançam das que tropeçam não é o setor em que operam — é a disciplina que construíram antes de a conta chegar. Nesta terça, com a ata do Copom e o IPCA de julho em cena simultânea, o mercado tenta calcular quanto tempo falta para essa conta começar a diminuir.

…..

⚡ QUICK TAKES

Neste dia: Em 11/8/1942, Hedy Lamarr patenteou o salto de frequência — a base técnica do Wi-Fi e do Bluetooth modernos.

Stat: Recorde global de venture capital: US$ 510 bi no 1º semestre de 2026. IA concentrou 43% do total.

Para ler: O M&A Deals Report 2026 da Questum mostra o que vale dinheiro em tecnologia agora.

Curiosidade: Das 975 startups de IA mapeadas no Brasil em 2026, apenas 23 captaram US$ 10 milhões ou mais.

Abre aspas: "A pergunta agora não é quem fará a próxima IA — é quem controlará a infraestrutura para alimentá-la." — Leonardo Grisotto, Zaxo M&A Partners.

…..

NA EDIÇÃO DE HOJE

✈️ Embraer dobra projeção de caixa — e a carteira de pedidos nunca foi tão cheia
🥩 JBS: receita de US$ 23,9 bi, prejuízo de US$ 102 mi — o paradoxo da maior proteína do mundo
💄 Natura: lucro cai 82% no 2T26 — o preço de reformar tudo ao mesmo tempo
📊 IPCA quase zero em julho e ata do Copom: o que os dados desta terça revelam
🤖 M&As em tech caem 33% no Brasil — mas a IA redefiniu quem merece ser comprado
🛢️ Petróleo sobe 5% em um dia — o Estreito de Ormuz voltou ao centro do tabuleiro

…..

EMPRESAS

Embraer dobra projeção de caixa, bate recorde de receita e acumula US$ 34,5 bi em pedidos

O que aconteceu:

A Embraer divulgou na segunda-feira (10) seu resultado do segundo trimestre de 2026 com lucro líquido ajustado de R$ 1,11 bilhão — alta de 25,1% sobre o mesmo período de 2025 — e receita líquida de R$ 11,34 bilhões, recorde histórico para um segundo trimestre. O destaque não foi só o lucro: foi a revisão das projeções para o ano inteiro. A estimativa de fluxo de caixa livre ajustado — o dinheiro que sobra no caixa após despesas e investimentos — praticamente dobrou, passando de US$ 200 milhões ou mais para pelo menos US$ 400 milhões. A margem operacional esperada (EBIT ajustado) subiu de 8,7%–9,3% para 10%–10,6%, com a estimativa de receita mantida na faixa de US$ 8,2 bi a US$ 8,5 bi. A mesma receita, gerando muito mais caixa.

Por que isso importa:

O número que mais chama atenção é o backlog — a carteira de aeronaves contratadas e ainda não entregues — que atingiu US$ 34,5 bilhões, recorde histórico e 16% acima de um ano antes. É o sétimo trimestre consecutivo de crescimento. Em termos práticos: a demanda está garantida por anos, independentemente do que aconteça com os ciclos de mercado de curto prazo. Foram entregues 65 aeronaves no trimestre — melhor segundo trimestre em 16 anos —, e 109 no semestre, 20% acima de 2025. A revisão do guia para cima em todas as linhas de rentabilidade, sem aumentar o volume prometido de aeronaves, indica eficiência operacional genuína — não apenas câmbio favorável.

Quem ganha e quem perde:

Acionistas da EMBJ3 viram as ações disparar quase 9% na B3 no dia do anúncio. Fornecedores da cadeia aeronáutica do Vale do Paraíba paulista devem receber mais pedidos. A Eve Air Mobility — subsidiária da Embraer listada em Nova York, dedicada ao desenvolvimento de veículos aéreos elétricos (eVTOL) — subiu mais de 12% na NYSE após o resultado. Companhias aéreas regionais dependentes dos jatos E2 enfrentarão mais pressão por disponibilidade de aeronaves, dado que a demanda global continua aquecida.

O padrão:

Os resultados da Embraer contrastam diretamente com os da Natura e da JBS — também divulgados esta semana. Com receitas majoritariamente em dólar e parcela dos custos em real, a Embraer beneficia estruturalmente da desvalorização do câmbio. Mas os ganhos de margem vão além do câmbio: a empresa está operando com mais eficiência no mesmo volume de vendas. É esse segundo fator que justifica a revisão para cima.

Próximos passos:

A Embraer já realizou mais de 60 voos de teste com o eVTOL e projeta iniciar a produção em Taubaté (SP) a partir de 2028, com capacidade para 480 unidades por ano. A operação comercial simultânea no Brasil e nos EUA é o objetivo declarado. Se for bem-sucedida, a Eve abre uma linha de receita que os modelos de valuation ainda não precificam. O segundo semestre testa se o ritmo de entregas sustenta os números revisados.


EMPRESAS

JBS: receita recorde de US$ 23,9 bi — e um prejuízo que ninguém esperava

O que aconteceu:

A JBS, maior produtora global de proteínas animais, divulgou na segunda-feira (10) resultado do segundo trimestre de 2026 com receita líquida recorde de US$ 23,9 bilhões — alta de 14% sobre o mesmo período de 2025. Apesar do crescimento da receita, a companhia reportou prejuízo líquido de US$ 102 milhões, revertendo o lucro de US$ 528 milhões de um ano antes. O resultado foi pressionado por itens não recorrentes: US$ 172 milhões em custos de recompra de dívidas e CRAs (certificados de recebíveis do agronegócio) e US$ 133 milhões em acordos antitruste nos EUA. Excluídos esses efeitos, o lucro ajustado foi de US$ 218 milhões — ainda assim 58% abaixo do que o mercado projetava.

Por que isso importa:

O resultado da JBS é uma história de dois mundos dentro de uma mesma empresa. No Brasil, a operação atingiu receita recorde de US$ 4,6 bilhões, alta de 28%, impulsionada por exportações para a China — especialmente para preenchimento de cota de importação — e preços domésticos elevados. A Seara cresceu 18%, com margem EBITDA de 12,3%. Na América do Norte, a unidade de carne bovina (Beef North America) registrou EBITDA — lucro operacional antes de depreciação e amortização — negativo de US$ 100 milhões. O problema é estrutural: a escassez de gado no mercado norte-americano eleva o custo do animal mais rápido do que os preços de corte ao atacado, comprimindo spreads. O EBITDA ajustado consolidado caiu 18%, para US$ 1,43 bilhão, com a margem recuando de 8,4% para 6,0%.

Quem ganha e quem perde:

Frigoríficos brasileiros com exposição a exportações — como Marfrig e Minerva — operam no mesmo vento favorável da JBS Brasil: real fraco, demanda asiática firme e preços elevados. A JBS fechou duas plantas nos EUA (em Souderton, PA e Memphis, TN), consolidando operações sob a nova estrutura Beef USA — o que reduz custos fixos mas afeta trabalhadores locais. Investidores que apostavam em recuperação rápida dos spreads norte-americanos saíram decepcionados.

O padrão:

A pressão na Beef North America não é problema isolado da JBS — é um ciclo de oferta que afeta toda a indústria bovina americana. Com o rebanho reduzido por anos de seca e liquidação antecipada de animais, a recuperação é lenta. A retomada das importações de gado mexicano — prevista para começar gradualmente em 24 de agosto — é aguardada como primeiro alívio concreto de oferta.

Próximos passos:

A JBS realizou nesta terça-feira (11) teleconferência com investidores para detalhar perspectivas. Dois pontos são centrais: o ritmo de normalização dos spreads da Beef North America e a continuidade das exportações brasileiras — que, com o real no patamar atual, seguem altamente competitivas para a China e outros mercados asiáticos.


EMPRESAS

Natura: lucro desaba 82% — o custo de reformar tudo ao mesmo tempo

O que aconteceu:

A Natura registrou lucro líquido de R$ 35 milhões no segundo trimestre de 2026, queda de 82% em relação aos R$ 196 milhões do mesmo período de 2025 — e de 92,1% considerando apenas operações continuadas. A receita líquida consolidada caiu 9,1%, para R$ 5,17 bilhões. No Brasil, o recuo foi mais severo: receita da marca Natura caiu 14,5%, e da Avon, 22,5%. O principal vilão foi o resultado financeiro: virou de uma receita de R$ 23 milhões para uma despesa de R$ 297 milhões — deterioração de R$ 320 milhões num único trimestre, provocada pela liquidação de derivativos cambiais (instrumentos de proteção contra variação do dólar) e por uma base de comparação especialmente favorável em 2025.

Por que isso importa:

A Natura está no meio de uma transformação simultânea em múltiplas frentes: novo sistema de gestão, novo modelo de franquias, nova política de preços unificada entre Natura e Avon, e redução da estrutura interna — que já custou R$ 263 milhões em rescisões desde o fim de 2025. Cada mudança individualmente teria custo gerenciável. Juntas, geraram indisponibilidade de produtos acima do previsto, migração de canal mal absorvida e efeitos tributários temporários em São Paulo. A própria administração reconheceu que as dificuldades têm raízes em problemas de execução — não apenas no ambiente macro. Isso é sinal de autocrítica, mas também de fragilidade operacional num momento de consumo doméstico desaquecido e juro alto.

Quem ganha e quem perde:

Nos mercados hispânicos (América Latina fora do Brasil), a margem EBITDA saltou de 4% para 7,6% — indicando que a operação regional está mais saudável e ganhando eficiência. No Brasil, consultoras de beleza e franqueadas sofreram com ruptura de estoque durante a migração de sistemas. Concorrentes como O Boticário e L'Oréal Brasil podem ter capturado parte dos clientes insatisfeitos durante o período de instabilidade no abastecimento.

Próximos passos:

A administração afirmou que 85% da redução estrutural planejada já foi concluída e sinalizou retomada da abertura de lojas físicas no segundo semestre. A dívida líquida caiu R$ 179 milhões no trimestre, para R$ 3,86 bilhões — sinal positivo de geração de caixa mesmo com o lucro em colapso. O indicador central a acompanhar: as vendas comparáveis — desempenho das lojas já abertas — que ainda não mostrou recuperação.


ECONOMIA

IPCA quase zero em julho, Selic em 14% — e o que a ata do Copom revela sobre os próximos cortes

O que aconteceu:

Nesta terça-feira (11), o Banco Central publicou a ata da última reunião do Copom — o comitê que define a taxa básica de juros —, que reduziu a Selic de 14,25% para 14% ao ano na reunião de 4 e 5 de agosto. Ao mesmo tempo, o IBGE divulgou o IPCA de julho: o índice oficial de inflação subiu apenas 0,03% no mês, puxando a taxa acumulada em 12 meses para 4,4% — queda relevante ante os meses anteriores e abaixo das expectativas do mercado. Alimentos recuaram, e os núcleos de inflação — que excluem itens voláteis e são o principal termômetro do Banco Central — também arrefeceram.

Por que isso importa:

A combinação de ata do Copom com IPCA baixo é o par de dados mais aguardado pelo mercado de renda fixa neste mês. A ata explica os motivos do corte já realizado e, mais importante, sinaliza o ritmo dos próximos passos. Se o Banco Central mencionar disposição para continuar cortando — ou condicionantes para pausar —, toda a curva de juros (os preços dos títulos no mercado secundário) se move em minutos. Com a Selic ainda em 14%, qualquer redução adicional afeta diretamente o custo do crédito de empresas e consumidores. Para PMEs, que pagam spreads muito acima da taxa básica, a diferença entre uma Selic a 14% e uma a 13,75% pode representar bilhões em custo agregado. O mercado projeta que a próxima reunião do Copom leve os juros a 13,75%.

Quem ganha e quem perde:

Com IPCA em queda e expectativa de novos cortes, setores sensíveis a juros saem favorecidos: varejo, construção civil e small caps na bolsa. Fundos de renda fixa pré-fixados e títulos longos do Tesouro se valorizam. Quem perde, gradualmente, são investidores alocados em títulos pós-fixados de curtíssimo prazo — como o CDI direto —, que verão o carrego diminuir conforme a Selic recua. Para empresas com dívida indexada ao CDI, o alívio ainda é modesto, mas a trajetória importa tanto quanto o número do dia.

Próximos passos:

Na quarta-feira (12), o CPI americano — o índice de inflação dos EUA referente a julho — completa o cenário global. O Federal Reserve manteve os juros americanos inalterados em sua última reunião (na faixa de 3,50%–3,75%), mas cerca de 47% das apostas do mercado para outubro apontam para uma alta. Se o CPI vier acima do esperado, o dólar se fortalece globalmente — e pode neutralizar parte do alívio inflacionário que o IPCA baixo de julho entregou ao Brasil.


IA NOS NEGÓCIOS

M&As em tech caem 33% no Brasil — mas a IA redefiniu quem merece ser comprado

O que aconteceu:

O mercado brasileiro de fusões e aquisições em tecnologia registrou 87 transações no primeiro semestre de 2026 — queda de 33% frente às 131 operações do mesmo período de 2025, segundo o M&A Deals Report 2026 da Questum. O número devolve o setor ao mesmo patamar de 2024 e confirma o distanciamento dos picos de 2021–2022, quando o Brasil chegou a registrar mais de 200 deals por ano. Mas a queda de volume esconde uma transformação mais relevante: a inteligência artificial deixou de ser um diferencial pontual e passou a ser o critério de triagem nas negociações.

Por que isso importa:

Compradores não querem mais apenas receita recorrente — exigem dado proprietário, automação integrada ao fluxo de negócio e IA aplicada a um nicho específico. Em vez de desenvolver isso internamente — processo caro e demorado —, empresas compram startups com modelos já treinados com dados reais de um setor. Software vertical com IA embutida tornou-se ativo premium. SaaS genérico, sem diferenciação de dados ou automação, perdeu valor de aquisição. Globalmente, o mercado de M&As em tech cresceu mais de 70% em valor, somando US$ 478 bilhões, segundo a Bain & Company — com quase metade do valor estratégico dos grandes deals envolvendo empresas nativas de IA ou citando benefícios diretos da tecnologia.

Quem ganha e quem perde:

Entre os compradores seriais do semestre estão Unifique (quatro deals em telecom) e Vela LatAm da Constellation (quatro em software vertical). Startups com receita recorrente sólida, base fiel de clientes e IA integrada ao produto estão recebendo múltiplos mais altos. Fundadores que construíram SaaS horizontal — sem especialização setorial ou dados proprietários — enfrentam compressão de valuation. Juros altos também reforçam estruturas com earnout (parte do pagamento condicionada à performance futura), reduzindo o valor recebido no fechamento.

O padrão:

O movimento reflete o que o mercado global apelidou de "SaaSpocalipse" — a reavaliação estrutural do software como serviço genérico diante da IA generativa e dos agentes autônomos. Se uma IA pode replicar o que um software faz, o valor real está no dado acumulado — não na funcionalidade executada. Isso explica por que dado proprietário virou o novo ativo estratégico.

Próximos passos:

A tendência de "scope deals" — aquisições para entrar em novos mercados, não apenas crescer no mesmo segmento — deve ganhar força no segundo semestre. Startups de IA aplicada a agronegócio, saúde e jurídico estão no radar dos consolidadores. Para fundadores em busca de saída ou novo round: demonstre eficiência em reais economizados — não em funcionalidades criadas.


MERCADO

Petróleo sobe 5% em um dia — e o Estreito de Ormuz volta ao centro do tabuleiro global

O que aconteceu:

O petróleo Brent — referência global de preço — subiu quase 5% na segunda-feira (10), para US$ 87,72 por barril, enquanto o WTI (referência nos EUA) avançou para US$ 82,13. O gatilho foi o colapso das negociações entre Irã e Estados Unidos sobre o Estreito de Ormuz — o canal marítimo pelo qual passa cerca de 20% de todo o petróleo comercializado no mundo. As duas partes trocaram exigências de indenização incompatíveis, reduzindo as perspectivas de um acordo para normalizar o tráfego pela região.

Por que isso importa:

O Estreito de Ormuz é o ponto de estrangulamento mais sensível do mercado energético global. Qualquer sinalização de bloqueio — real ou negociada — aciona os preços imediatamente. Para o Brasil, o efeito é duplo e contraditório: como exportador de petróleo via Petrobras, preços mais altos do Brent melhoram receitas e ampliam a capacidade de distribuição de dividendos. Mas para setores que dependem de derivativos — aviação, logística, indústria química e distribuidoras de combustíveis — o custo operacional sobe em ritmo que os contratos de hedging (proteção cambial) nem sempre acompanham. Insumos mais caros chegam como inflação de custos para toda a cadeia produtiva.

Quem ganha e quem perde:

Petrobras e fundos com exposição a empresas de energia saem favorecidos. Companhias aéreas — já pressionadas pelo custo do querosene — sofrem mais, especialmente aquelas com menor cobertura de hedge. Transportadoras e operadores logísticos repassam parte do custo ao frete, o que pressiona a cadeia de suprimentos do varejo e da indústria. Consumidores devem sentir algum repasse nos combustíveis, dependendo do ritmo da política de preços da Petrobras.

O padrão:

A tensão no Estreito de Ormuz conecta-se diretamente ao cenário de juros americanos. Se o petróleo permanecer em patamares elevados, o CPI dos EUA — publicado nesta quarta (12) — pode surpreender para cima, reduzindo apostas de corte do Federal Reserve e fortalecendo o dólar globalmente. Para o Brasil, um dólar mais forte neutraliza parte do alívio que o IPCA baixo de julho entregou — e coloca pressão adicional sobre a trajetória da Selic.

Próximos passos:

O mercado de derivativos já precifica prêmio de risco geopolítico no barril. Se as negociações retomarem tração, parte da alta pode ser revertida. Se o impasse se aprofundar, a barreira de US$ 90 por barril volta ao debate em questão de dias. O CPI americano desta quarta será o próximo ponto de inflexão para o cenário de energia e câmbio.

PARA NÃO FICAR POR FORA

🔹 A Vale distribui R$ 8,64 bilhões em dividendos nesta semana, com data-base em 11 de agosto — uma das maiores distribuições do ano na B3, reforçando a mineradora como geradora de caixa em qualquer ciclo. Leia mais

🔹 A Shopee anuncia investimento de R$ 400 milhões em projeto logístico em Minas Gerais — expansão que intensifica a disputa com Amazon e Mercado Livre pelo interior do Brasil. Leia mais

🔹 A China pediu para ingressar nas consultas do Brasil à OMC sobre tarifas de importação — um movimento que pode complicar a posição brasileira nas negociações do acordo Mercosul-UE recém-firmado. Leia mais

🔹 O ouro superou US$ 4.400 por onça-troy — máxima histórica — enquanto investidores buscam proteção antes do CPI americano desta quarta. Reflexo direto da incerteza sobre juros nos EUA. Leia mais

🔹 O Banco do Brasil (BBAS3) divulga seu resultado do 2T26 nesta quarta-feira (13), fechando o ciclo dos grandes bancos — depois de Santander, Itaú e Bradesco. Analistas do BTG têm preço-alvo de R$ 110 para as ações. Leia mais

🎁

Indique e ganhe 10 pontos!

Cada amigo que se cadastrar pelo seu link te dá pontos e sobe no ranking.

Meu link de indicação →

Seu código: {{REF_CODE}}

Você recebe este email porque se inscreveu no Giro e Ponto Business.
Email: {{EMAIL}}

Edições anteriores · Cancelar inscrição · Visitar site

© 2026 Giro e Ponto